ESPORTE

Filho de ex-goleiro da seleção de Corrente se destaca no futsal baiano

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O goleiro no  topo no pódio (foto) é filho de Robson Gomes que por vários anos defendeu a seleção de Corrente.

Vejam matéria completa do Portal Rádio Repórter.

O goleiro é mesmo uma figura interessante dos esportes com bola nos pés. Às vezes herói, às vezes vilão. A noite de sábado, 2, foi uma oportunidade para o guarda-redes da equipe do Fênix demonstrar um pouco do porquê dessa afirmação, durante a disputa pelo título do 1º Aberto de Futsal, realizado no ginásio do SESI.

Jogo duro entre as equipe do Fênix e Lokomotiv. Placar de 1×1 selou o tempo regulamentar. Foi nas cobranças de pênaltis que o goleiro William Henrique teve a chance de decidir se terminaria sua noite como vilão ou herói. Apesar da tensão, foram apenas quatro cobranças. Tensão que não atrapalhou William. Após seu companheiro de time, camisa 5, converter a cobrança, chegou sua vez e ele esperou até o último momento pra decidir seu canto.

Escolheu bem. Caiu no canto esquerdo para fazer grande defesa. Aos supersticiosos, defesa feita contra um chute alto e forte do camisa 10 do Lokomotiv, aquele que herda para si grandes responsabilidades neste momento. Mas para quê responsabilidade maior que a do goleiro durante uma disputa de pênaltis? William também não é o camisa 1 do seu time, como esperado dos goleiros titulares. O jovem veste a 12.

Em seguida, 2×0 Fênix e mais uma vez a tensão volta ao goleiro. Em noite de brilho, um pouco de sorte também é bem-vinda. William escolheu novamente o canto esquerdo. Errou, mas o seu adversário também. Bateu pra fora. O suficiente para consagrar o Fênix campeão do 1º Aberto de Futsal do SESI.

Diante disso, só faltavam três coisas. E vieram: William foi eleito melhor goleiro do campeonato e foi o responsável por erguer a taça. “Sinceramente, eu vim em busca do título, mas ser eleito o melhor goleiro do campeonato? Pegar esse pênalti, a gente treina pra poder fazer tudo isso, mas eu só tenho a agradecer a Deus e a todo mundo que me apoiou”, afirma o campeão.

A terceira coisa que faltava era a volta olímpica. Com William segurando a taça e vibrando muito, os meninos fizeram jus aos escritos do uniforme da equipe. Deram a volta como uma família. “Família Fênix”.

Fonte:Secom  Foto:Cau Preto

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